Cobertura 4G: análise sobre o contexto nacional

De agosto de 2015 para cá a disponibilidade de cobertura aumentou, mas o Brasil ainda não ocupa uma posição de destaque, afirma pesquisa.

Recentemente, a OpenSignal realizou mais um estudo detalhado sobre a cobertura 4G no Brasil e, mais especificamente, sobre o Rio de Janeiro, levando em consideração o contexto das Olimpíadas e o possível aumento na demanda que o país receberá por causa dos jogos.

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Foto: reprodução/ ipnews

De acordo com a pesquisa, as métricas analisadas não são a respeito da cobertura geográfica nacional, levando em consideração que o Brasil é um país de dimensões continentais, mas sim sobre a proporção de tempo que um usuário leva para obter um sinal de rede, e isso independentemente de onde ele estiver localizado. Há um ano, por exemplo, os usuários 4G no país demoravam

Um ano atrás, os assinantes 4G em todos os quatro operadores em todo o país poderiam encontrar um sinal em 50% das vezes que tentavam (isso proporcionalmente), mas agora os índices aumentaram na pesquisa, e apenas a Oi não conseguiu atingir a mesma meta do ano anterior.

Enquanto em proporções nacionais o sinal atinge a marca máxima de 56,8%, regionalmente isso melhora, e principalmente no Rio de Janeiro, onde é possível encontrar um sinal de rede em até 77,8% do tempo.

No mundo

Internacionalmente falando, apesar dos avanços gerais, a realidade da conexão à internet não está 100% ainda. De acordo com relatório da União Internacional de Telecomunicações, lançado mês passado, os aparelhos celulares estão presentes em 95% da população mundial, no entanto, a internet é acessada apenas por 47%. No caso específico das bandas 3G ou 4G, os dados indicam que 84% da população urbana, e 67% da população que vive no campo.

Sobre a OpenSignal

A OpenSignal monitora constantemente a cobertura e o desempenho de conexões móveis no mundo a partir do seu app de mesmo nome. Ao todo, a ferramenta já foi baixada mais de 15 milhões de vezes e, hoje, os dados apresentados pela plataforma são utilizados para aumentar a transparência no segmento, tudo a partir de relatórios públicos que são apresentados constantemente. Para saber mais sobre a pesquisa apresentada nesse texto, é só clicar aqui (link em inglês).

Por redação Futurecom com informações OpenSignal e União Internacional de Telecomunicações.