Estudo mostra os avanços para o desenvolvimento da conexão 5G

Já falamos aqui no blog sobre as possibilidades da tecnologia 5G, você lembra? E no último dia 16 de agosto, a 5G Americas, associação dos principais provedores e fabricantes do setor de telecomunicações, divulgou um estudo que mostra que esse é definitivamente o futuro da conexão móvel.

O “LTE para 5G: A Inovação em Tecnologias Celulares e de Banda Larga” destaca os avanços promovidos até então no setor para possibilitar a instalação das redes e quais impactos essa tecnologia trará para o ambiente digital. Vamos ver os principais insights desse estudo.

Cada vez mais conexões

Segundo a pesquisa publicado pela 5G Americas e realizada pela Rysavy Research, até o fim de 2017 o número de conexões GSM, HSPA e LTE ultrapassará a marca dos 7,56 bilhões, ou seja, um número maior que o de habitantes do planeta Terra (7.4 bilhões atualmente). Em 2022, a expectativa é que as conexões 3GPP ultrapassem os 9 bilhões.

Os resultados mostram uma série de fatores convergindo para o desenvolvimento das tecnologias de comunicação. A Internet das Coisas, as plataformas de computação móvel, as redes não licenciadas e o acesso de pontos fixos irão fazer os números de acesso chegarem a níveis altíssimos. A expectativa da Cisco é que até 2021 os dados globais das conexões móveis atinjam o patamar de 50 Exabytes (1018 bytes). Até 2022, mais de 90% de todos esses dados virão dos smartphones, daí a importância de redes eficientes.

E a maior parte dessas conexões será através de dispositivos, num processo M2M (Machine-to-Machine), uma mostra da força da Internet das Coisas. Na próxima década, dezenas de bilhões de conexões desse tipo estão previstas, distribuídas através de serviços como transmissões de televisão, comunicação de veículos, serviços públicos, GPS, telecomunicações, armazenamento em nuvem, eletrodomésticos, entre outros.
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Avanços no setor

De acordo com o estudo, a conexão 5G está em estágios iniciais de desenvolvimento, dado os esforços globais em diferentes setores e abordagens técnicas para possibilitar a tecnologia. Alguns desses fatores que contribuem são:

  • O progresso na área de células pequenas;
  • Maior integração de espectro não licenciado com o espectro celular;
  • A LTE como padrão global para a tecnologia celular;
  • As grandes vantagens da LTE-Advanced;
  • A adoção em massa da Internet das Coisas;
  • A Emergência de Virtualização de Funções de Rede (NFV);
  • Aceleração de Pesquisa e desenvolvimento de 5G.

Os aspectos-chave da tecnologia 5G já foram definidos, como as larguras das bandas de rádio e o uso da Divisão de Frequência Ortogonal de Múltiplo Acesso (OFDMA, na sigla em inglês). A expectativa é que até 2019 uma primeira  versão não-autônoma seja lançada.

Considerando todas as conexões disponíveis ainda hoje, o pico da tecnologia 3G está próximo: o estudo da Rysavy Research determinou 2020 como o ano máximo de seu uso. Já o pico do 4G está programado para 2030 – mesmo ano em que o 5G deverá estar sendo amplamento difundido.

 

Você pode conferir estudo introduzido nesse texto na íntegra através do site da 5G Americas.

Para saber mais sobre o que a tecnologia reserva para o nosso futuro, continue acompanhando o blog do Futurecom, o maior e mais qualificado evento de tecnologia da informação e comunicação na América Latina. Fique ligado!

Por redação Futurecom, com informações de 5G Americas.