Máquinas poderão aumentar a capacidade dos nossos cérebros

Recentemente, uma nova empresa de tecnologia foi apresentada à sociedade: a Neuralink, do bilionário Elon Musk. Ela tem como proposta a criação de uma interface tecnológica entre os cérebros e  as máquinas, o que permitiria expandir todos os limites atualmente impostos à mente humana.

A ideia é ousada e amplamente fantasiada em filmes de ficção, entretanto a proposta do criador da empresa é que a companhia ajude a humanidade a avançar.  Nossos cérebros estão restritos à formas limitadas de inputs e outputs, que são formas limitadas, se pensarmos friamente. Em termos tecnológicos, é como se fossemos limitados A alguns bits por segundo se tratando de comunicação.

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Isso quer dizer que, para que haja a comunicação, “comprimimos” o pensamento em uma forma comunicável, através de palavras, para que a outra pessoa realize a “descompressão” dessas informações, podendo causar perdas durante esse processo. A Neuralik se propõe a derrubar esse gargalo comunicacional.

Musk tem planos ainda mais ousados. Ele pretende que a humanidade possa acompanhar os avanços de inteligência artificial, nos transformando em ciborgues, com alta conectividade, possibilitando uma integração entre as nossas mentes e bases de dados localizados em nuvens, acelerando a compreensão e a inteligência.

Apesar dos planos audaciosos, o criador da empresa sabe que a realidade ainda está distante e já estima uma necessidade de cerca de oito há dez anos para desenvolvimento de testes para a aplicação da tecnologia. No início, a empresa buscará atuar em aplicações terapêuticas, o que auxiliaria na aprovação dos órgãos reguladores.

Por redação Futurecom.