Segurança digital em pauta

Mostramos para você recentemente aqui no blog que a segurança digital se tornou prioridade, principalmente após a divulgação de inúmeros casos de violação de dados sigilosos de algumas organizações. Atualmente, inclusive, organizações em 31 países foram alvo de uma nova onda de ataques que está em andamento desde, pelo menos, outubro do ano passado.

Na maioria dos casos, as investidas usaram sites comprometidos para infectar alvos pré-selecionados com malware ainda desconhecido, mas tudo indica que os bancos atacados não tiveram seu sigilo exposto e seus dados captados por hackers.

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Outro ponto de análise importante é a segurança digital dos dados manejados via IoT, tendo em vista que quanto maior for o número de aparelhos conectados à internet, mais exposto a ataques de malware as organizações e as pessoas estão. Especialistas indicam que para dificultar os crimes, é necessário sempre dividir as redes em grandes empresas, contando com duas ou mais fontes de acesso à internet.

Nesse sentido, dados recentes apontam que, desde outubro, foram bloqueados 14 ataques contra computadores de grandes empresas no México, 11 contra computadores no Uruguai e dois contra computadores na Polônia. O Brasil aparece em quarto lugar no ranking dos países.

Padrão no ataque

Ao que tudo indica, os hackers parecem estar usando sites comprometidos para redirecionar os visitantes para um kit de exploração personalizado, que é pré-configurado para infectar apenas visitantes de aproximadamente 150 endereços de IP. Esses IPs pertencem a 104 diferentes organizações, localizadas em 31 países, cuja grande maioria é composta por bancos.

Brasileiros não se preocupam com a segurança de dados

Os dispositivos móveis também sofrem com ataques de malwares, mas não temos uma cultura de segurança digital no país. De acordo com uma pesquisa da Kaspersky Lab, empresa especializada em segurança digital, demonstrou que 89% dos brasileiros armazenam informações confidenciais em seus smartphones, deixando os dados expostos, pois os dispositivos costumam ser carregados em vários locai. Além disso, as Wi-Fi públicas também são variáveis problemáticas e que facilitam ataques. De acordo com a pesquisa, apenas 30% dos entrevistados afirmaram que tomam precauções quando acessam essas redes compartilhadas.

No Futurecom, todos os anos diferentes empresas especialistas e cybersegurança apresentam soluções para que as organizações consigam proteger seus dados eficazmente. Acompanhe as nossas atualizações aqui no blog, fique atendo às datas do evento de 2017 e participe conosco.

Por redação Futurecom.